DESCONTINUIDADE ADMINISTRATIVA (Marcos Souto Maior)
Toda gestão administrativa tem data certa para começar e termina, embora alguns poucos consigam se eternizar utilizando o “jeitinho brasileiro” que possibilita a reeleição sem limites. Basta ter poder político suficiente!
Cada eleição determina o grau da vaidade incontida do vencedor, desprezando as obras inacabadas como se não fossem patrocinadas pelo dinheiro do povo. Sim, porque a verba pública é o resultado da apuração dos impostos que, por sua vez, é a contribuição compulsória e decisiva para a manutenção da máquina administrativa.

TIROTEIO: governador Ricardo Coutinho revive embate do passado e desdenha de potencial eleitoral de deputado federal; “É uma pessoa completamente apagada e não serve pra nada!” 







