MORRE OSCAR DIAS, UM DOS ÚLTIMOS DOS MOICANOS
Homem simples, rude, amigo, sincero, costumava receber a quem gostava com um cigarro de palha entre os lábios e um sorriso nos olhos, sorriso que vinha de dentro, da alma, quando ferido, uma fera indomável. Criou um prole com muita luta e sacrifício, mas de barriga cheia, bom amigo, bom pai, bom avô. Assim era OSCAR DIAS um dos últimos patrimônios da










