O TROCO ( Marcos Souto Maior)
O TROCO
As cidades, antigamente, eram abastecidas de alimentos pelos mercados públicos, também conhecidos por feiras livres, onde um determinado dia era escolhido para os produtores trazerem suas mercadorias na praça. Afora o dia da feira, funcionavam as mercearias que trabalhavam todos os dias.
Geralmente, as lojas eram sempre um galpão comprido, localizado na rua principal da cidade e próximo do local da feira, com portas altas de duas bandas, para facilitar a abertura e melhor visibilidade. Balcão único que tomava de lado a lado e o atendimento feito pelo próprio dono do venda e seus familiares. Um empregado de fora apenas para despachar os pedidos pesados. Do lado de dentro do balcão, os sacos de feijão, arroz, açúcar, café em pó, mantas de carne de charque salgada e, barrica de bacalhau salgado, este hoje sendo alimento dos ricos. Demais produtos eram estocados, em meio a uma balança com dois pratos de metais: um colocava o produto e outro o peso.










A diplomação do prefeito eleito de 

Prefeitos paraibanos tentam maquiar procedimentos administrativos para deixá-los com uma aparência de legalidade. É o que afirma o coordenador da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (CCRIMP), o promotor Carlos Romero. No dia em que é comemorado internacionalmente o combate à corrupção, ele afirma que as fraudes em processos licitatórios, o desvio de recursos públicos e a contratação ilícita de servidores são os principais tipos de corrupção praticados por órgãos públicos municipais na Paraíba. 

