Não era minha! (Thomas Bruno Oliveira)
Não era minha! Devim, Joel, Ângelo, Tuca e Thomas (em pé). Tião, André Lambu, Meu, Manéo e Boquinha (agachados) em 1993 A primeira medalha que ganhei foi em um torneio de futebol…
Não era minha! Devim, Joel, Ângelo, Tuca e Thomas (em pé). Tião, André Lambu, Meu, Manéo e Boquinha (agachados) em 1993 A primeira medalha que ganhei foi em um torneio de futebol…
AMANTES DE PODEROSOS Em algumas sociedades mais exigentes, a descoberta de uma relação extraconjugal de detentor de cargo público eleito ou nomeado, resulta no repúdio do eleitorado, quando não, na renúncia ao mandato ou ao…
A Alemanha não existe lá Como assim, amiga? Ela insistiu: “- Marquinho, chamar o país de Alemanha e seus habitantes de alemães é coisa nossa”. Claro que minha curiosidade fora despertada ao extremo. Enquanto…
Antes de Bolsonaro Vou contar alguns fatos. Não que sejam de importância fundamental na história do Brasil, mas servem ao propósito de mostrar que nossos Presidentes aqui e acolá eram do balacobaco. E…
MARINGÁ, A HISTÓRIA E A LENDA Participava de um evento em Maceió e, durante o jantar oferecido às delegações de todo o Brasil, um trio musical, atendendo a pedidos, começou a executar músicas que lembravam…
Crônica a pedido de São Francisco Diz, proverbialmente, o imaginário popular que ninguém é rico, ao se contentar com o que tem. Ele quer sempre mais. Mesmo…
Tem se usado muito o binômio “racismo institucional”. Conjugação de duas palavras de peso. A primeira significa uma “tendência de pensamento” de quem não pensa; a segunda advém de instituição, o que significa organização…
. Finalmente consegui comprar a bicicleta da minha infância. Num tempo em que bicicleta virou bike e pode custar até cem mil reais, comprei a minha Monark barra circular (vermelha, uma Ferrari)…
Histórias de um sobrado O sobrado do Brejo – (Pintura de Alessandro Silva) As primeiras casinhas construídas na Rua d’Areia remontam o século XIX, eram um pouco mais distantes da Rua da Matriz…
Nos tempos de menino, espichando o assunto muito para trás, já havia o mês de abril e, logicamente, o 1º de abril,…
Chegando aos 40 anos de advocacia lembro bem que jamais imaginei-me advogado. Eu tinha a melhor profissão do mundo; era filho de rico. No entanto fui “despedido” quando meus pais perderam tudo, sem…
O FUNDADOR DA REPÚBLICA Há quem diga que a República, entre nós, nunca foi proclamada como nos contaram na escola primária. O marechal Deodoro da Fonseca, tido e havido como comandante do golpe militar que…
Seu Régis Régis e esse cronista aqui em uma bela manhã de sábado arrodeado por jornais e revistas Sinceramente, não achava que as coisas poderiam piorar, mas aqui estamos um ano depois do estouro…
Ocupação a ocupados e desocupados A mudança de costumes ou de hábitos, repentina, incomoda, até aquilo que pouco tem vida. O trajeto da construção de um formigueiro segue forma e método, que,…
Antecipando feriados Quem conhece Aluzimar, o diretor administrativo do nosso escritório, sabe do seu zelo e constante preocupação com o pleno funcionamento daquela estrutura de trabalho. De natural é calmo, sorridente, simpático (apesar…
Irritante indiferença à pandemia Nada mais irritante do que a ostensiva e cínica indiferença à saúde coletiva, aconteça numa festa em casa, nas mesas de um bar, numa igreja ou…
Ana e Augusto (II) Beijo… (Veja) O beijo foi tão longo e bom que parecia um primeiro beijo juvenil. As pontas dos lábios foram mais exploradas, os olhares pareciam estacas fincando o desejo ainda…
De: [email protected]éu Para: [email protected] Marcelo, aqui no céu houve uma enorme satisfação com a sua nomeação para o Ministério da Saúde. Desnecessário dizer que seu pai e seu sogro, ambos excelentes médicos, só…
ARAGÃO, O ALMIRANTE DO POVO Quando ele chegava à Paraíba, antes da implantação do regime de 64, era recebido com todas as honras. Carro oficial e ordenança à disposição. Lembro-me de tê-lo avistado na Festa…
Ana e Augusto (I) A bodega e o bodegueiro Sítio São João (BlogdoCasusa) Zé Maneco era um homem de posses, mas não era só isso. Agitador político e um líder de vasto território na…
Um escândalo pra ninguém botar defeito. Roberto Campos foi Ministro, Embaixador, Deputado Federal, Senador e muito importante nos governos brasileiros. Economista inteligentíssimo e desbocado era autor de frases como: “- Todo mundo sabe…
Município bucólico, campesino, dado aos costumes rurícolas, e, para completar, de cenário natural, cheio de pedras, grandes e bonitas. Seria como a Reggio Calabria, do cinema italiano. Região também propícia às atividades pastoris caprinas, por…

Quando o medo é necessário A Vila, filme americano, de Night Shyamalan, rodado na Pensilvânia ( 2004), tem como enredo uma aldeia, cujos habitantes se trancam, por trás de uma floresta, e vivem numa comunidade, que se abastece de tudo, independentemente das cidades. Todos construíam a casa de cada um, da sapata ao telhado, e especialmente os pavilhões e construções de uso comum. Assim, permaneciam isolados de outros meios sociais e vilarejos mais distantes, sob a ameaça de não poder atravessar a floresta, onde, ora se escondia, ora aparecia uma violenta criatura, possivelmente de feições assombrosas, vestida com uma capa preta, forrada de vermelho, lembrando-me as histórias de lobisomem, da nossa infância, contadas à noite, antes de dormir, para que não nos afastássemos de casa. Fazer esse medo na Vila era a maneira de convencer aquela gente a não ultrapassar a floresta.
Tudo maquinado e organizado, com força de costume, por uma espécie de pastor, que só via, na sociedade da cidade, o maligno: violento, infernal, pecaminoso e adulterador dos bons valores. Sua ideia era isolar seus “fiéis” do restante do mundo. Assim, ninguém ousaria enfrentar o tal monstro, que realmente rugia, à noite, levando as crianças para os porões, para baixo dos cobertores ou para os braços da mãe. Além de ser um assombroso mistério, jamais encarado, na realidade o aparecimento desse monstro esquartejava e comia coelhos, galinhas, ovelhas e cachorros, deixando rastros de agressividade e sinais de sangue. A felicidade da Vila se mantinha à tutela do medo…
E a vida dessa Vila lembra os tristes atuais noticiários sobre o que estamos a sofrer, a saber o maior número de mortes, desde o início da pandemia. Aqui, entre nós, o que se vê não é um filme, mas uma nefasta realidade, que atinge todas as faixas etárias, sobejamente, muito além da capacidade hospitalar. Recomenda-se ser adepto da vacinação, mas enquanto ela não chega até você, não abandonar o uso de máscara, até, se possível, de duas máscaras ao mesmo tempo; o contínuo lavabo das mãos com álcool 70, isolamento ou distância de dois metros entre pessoas, desde que estejam mascaradas. No entanto, o quadro é terrível, morrem crianças, jovens, adultos e idosos, por causa do contágio, que se alastra pelo país… Alguns “religiosos” protestam contra medidas mais severas para as assembleias religiosas, para cultuar Deus? Para ter ocasião de se cobrar o dízimo. Alguns “educadores”, para educarem? Não, para terem oportunidade de cobrar a mensalidade… Enfim, não se percebe que assim se contradiz o valor maior que é a vida? Contra esse escárnio, manifestamos o apoio e a solidariedade aos Governantes que, sensatamente e com responsabilidade, agem com severidade pelo bem coletivo da nossa saúde.
Apela-se para os clips que chegam a nos fazer medo: um parente ofegante, sem ar, ainda esperançoso, mas infelizmente falecendo. Contudo isso não tem sensibilizado os “insensíveis”. Nas ruas e nos logradouros públicos, indivíduos sem máscara, aglomerados em festas de improviso ou programadas, escondidas ou ostensivas. Alarma-se, nacional e internacionalmente, que, desse modo, haverá no nosso país um futuro não benfazejo. Perdeu-se a pouca temeridade vivida em 2020; verifica-se que essa “gente sem máscara” e em festas zomba das nossas precauções e preocupações. Meu medo se duplica por aqueles que o perderam, nunca, nesse sentido, o medo é tão necessário. O medo, desde que não seja fobia, é “bom senso” em relação ao perigo real ou iminente, fator imprescindível à prudência e à prevenção de autodefesa, como também compensador ao medo já está perdido… “O medo de cair também é necessário para voar”.
UMA VISÃO DO PASSADO O político potiguar Joaquim Ignácio, já identificado no primeiro texto desta série, depois de se demorar na Capital da Parahyba tomou o trem e partiu para o interior do nosso estado.…
O maniqueísmo ataca a vacina Prefiro um divino banquete ao pão que o diabo amassou… Essa é uma…