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Blog do Vavá da Luz

Marias Marias (Marcos Pires)

Marias Marias Marcos Pires A Arabia Saudita cultiva uma das maiores desigualdades entre gêneros do mundo. Ocupava a 141ª posição entre os 144 países pesquisados e apesar disso em 2017 foi eleita para a Comissão… 

NOVEMBRO AZUL (Ramalho Leite)

NOVEMBRO AZUL Ramalho Leite Terminou com o mês e a campanha acima nominada, repetida, anualmente, e que pretende educar os homens eliminando o preconceito do exame de prevenção do câncer de próstata, também chegou ao… 

Garota de Copacabana? (Thomas Bruno Oliveira )

  Thomas Bruno Oliveira Garota de Copacabana?   Praia de Copacabana à partir do Forte. o Pão-de-Açúcar à direita E SOUBE por uma amiga que as águas de Copacabana são muito gélidas, até no verão.… 

Vivendo 400 anos (Marcos Pires)

Vivendo 400 anos Marcos Pires     Manoel Moreira tem uma tese arretada. Ele entende que o atual período de vida para o ser humano é muito pequeno, porque gastamos um terço dormindo. Portanto, mesmo… 

O Quilombo Serra do Talhado

  O Quilombo Serra do Talhado     A exemplificação de resistência do Quilombo dos Palmares, que reuniu mais de vinte mil negros, no Estado de Alagoas, correu mundo entre os escravizados no mercado do… 

Eu só tenho hoje.

Eu só tenho hoje.   Por que eu não posso deixar para amanhã? Por que é muito distante e eu estou precisando dizer hoje, resolver agora, esclarecer sempre. Verdade é verdade… quanto mais a minha… 

FORAM DOIS OS ENFORCADOS  RAMALHO LEITE

FORAM DOIS OS ENFORCADOS    RAMALHO LEITE As peças da forca existente em Areia permaneceram durante sessenta anos no salão do júri local. Com a demolição do prédio, em 1922, esse madeiramento histórico, que deveria… 

Zé Octávio e Alagoa Nova (Thomas Bruno)

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Zé Octávio e Alagoa Nova   Prof. Zé Octávio em palestra – Câmara Municipal de Alagoa Nova-PB MANHÃ QUENTE e úmida da última sexta-feira. Me uni ao Professor Josemir Camilo e aguardamos Jean Patrício chegar… 

A Cultura no II Festival Quilombola (Damião Ramos Cavalcanti)

                            A Cultura no II Festival Quilombola            Não acima de si própria, a Cultura tudo vence, sobrevive além dos que a criaram, realizaram-na e a ensinaram a outras gerações, que herdaram valores, costumes… 

          Jho Low (Marcos Pires)

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            Jho Low       Esta é a incrível e verdadeira história de Jho Low, um malaio que com menos de 30 anos conseguiu enganar o sistema financeiro internacional por muito tempo e tornar-se… 

De Quilombo a Quilombo

    De Quilombo a Quilombo   O Governo do Estado, em seu programa cultural, vem cumprindo as realizações dos festivais de cultura quilombola, cigana e indígena, sendo exemplo, para o restante do país, de… 

Ah, Santa Teresa…

Castelo Valentim em Santa Teresa – Ri ode Janeiro SANTA TERESA SE ERGUE na área central do Rio de Janeiro forjando sua história entre a mata e as construções que ao longo dos tempos foram… 

É o amor que vai te salvar. (Dunga Junior)

É o amor que vai te salvar. Há um dos livros que ganhei de presente – e esse em especial ofertado pelo meu amigo Ricardo Wagner -, “Terapia de Guerrilha”, que gosto de sempre passar… 

OS SANTOS DO POVO Ramalho Leite

  Há poucos dias ganharam manchetes nos jornais e sítios da internet, a notícia de que o ex-Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Helder Câmara, poderia virar Santo. O Vaticano, segundo o informe, teria dado… 

Premonição Marcos Pires

  O texto que publico a seguir foi escrito há quatro anos por minha bela e muito amada filha. Nada mais atual. “Pra quem não sabe: sou nordestina. Não voto no PT. Já votei. Não… 

Lia Déco Sertanejo

Lia Mônica – rogeriofreire.blog.br EM SETEMBRO de 2018 ficamos sem a nossa querida Lia Mônica Rossi, professora e pesquisadora argentina que foi muito importante para o reconhecimento do patrimônio histórico de Campina Grande e para… 

Tenente Lucena, o pai da autora

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           Tenente Lucena, O Legado de um Educador Social é resultado de um fenômeno simbionte: o pai que gerou a filha, e, escrevendo, a filha, o pai. Vivas páginas que historiam um homem de excelência, que muitas coisas sabia, polivalente, altruísta, e daí o descrito do seu legado de educador, pois quem muito sabe educa. Assim é que Tenente Lucena caminhou na vida, todas as vezes que se considere que a vida é um caminho, onde quem faz caminha. Homens bons, como ele, suscitam ter escritos seus legados. Esse foi o sentimento de Iguatemy, como seus irmãos e irmãs, com nome indígena, que também era docemente apelidada por ele de “Mica”. 

          O caminhar de Tenente Lucena origina-se itabaianense, no mesmo distrito de Campo Grande, em que nasceu Sivuca, com o qual tinha um ramo de parentesco. Por lá, quase todos, albinos ou não, são de uma mesma árvore. Como Sivuca, Tenente Lucena sempre cultivou uma forte ligação com a música. E dessa tendência, ambos desenvolveram admirável dedicação à arte. Sim, Tenente Lucena não escolhia a faixa etária para andar de mãos dadas, brincante ou artista de verdade. Fosse junto às crianças; fosse aos jovens ou adultos, ou, mais devagar, em companhia de um grupo de idosos, a música era sua predileta forma de linguagem.
          O Tenente era um militar diferente dos da tropa, em todos os sentidos, alimentava especial vocação docente. Lembro-me, da minha infância escolar, em Itabaiana, ele, acolitado por Valdo Enxuto, ensaiando o desfile de 7 de setembro e, ao mesmo tempo, ensinando aos que tocavam na Banda Marcial do Colégio Nossa Senhora da Conceição. Nesse período, inúmeras escolas, de outras regiões da Paraíba, o conheciam… A presença do Tenente Lucena, com seu estridente apito, era mais simbólica do que o tocar dos taróis, tambores, bombardas, percussão, trompetes, cornetas ou clarins. Instruía tudo, do toque da corneta ao rufar dos taróis. Era um verdadeiro maestro ou regente, que se confundia com os instrumentos e com o grupo regido, em virtude da sua índole de liderança. Entusiasmava tudo em que se metia. Para aclarar que nadava a braço, no imenso mar das artes, ele também pintava…
          E nessa pisada, foi da Universidade Federal da Paraíba professor e criador do Núcleo de Documentação e Pesquisa de Cultura Popular, com o incentivo de Lynaldo Cavalcanti e apoio de Iveraldo Lucena; membro diretor da Orquestra Sinfônica da Paraíba; fundador da renomada Banda Municipal 5 de Agosto. Em São João do Sabugi, região em que muito atuou, também fundou a Banda de Música Filarmônica; participou dos movimentos do folclore paraibano; e, sob as bençãos de Ariano Suassuna, realizou-se como entusiasta do Movimento Armorial. Precursor do escotismo na Paraíba, Tenente Lucena sempre foi um jovem escoteiro, de vigor extraordinário. Tinha, para tudo, uma disposição fora do comum, sobretudo quando seu trabalho o divertia e tinha objetivos culturais. Mesmo na arduidade e no batente dos obstáculos, nunca abandonou seu peculiar bom humor, dizendo suas “tiradas” e falando agradáveis prosas. Revelava seu espírito agapetônico, em conexão com a essência da amizade, logo, um grande fazedor de amigos. Tê-lo à mesa, em companhia de uma cachaça brejeira ou de um delicioso vinho, sustentava longas e gostosas conversas.
          A obra de Iguatemy Maria de Lucena Martins, companheira do meu ex-aluno Martins e ex-colega na UFPB, se não existisse, faria falta à história dos artistas paraibanos, e ausentar-se-iam  vivências de bens e experiências artístico-culturais. Orgulho-me de ter sido seu professor de Lógica e Metodologia Científica, mas, mergulhando na sua obra, aprendo. Seu livro, Iguatemy, exalta e exulta referências e protagonismos do Tenente Lucena na cultura paraibana.                                              
                                                                                                                                                                                                                      

Damião Ramos Cavalcanti

Bolsonaro, Lula e a Disney Marcos Pires

     Meu colega escritor Ariano Suassuna contava que uma vez foi jantar na casa de milionários cariocas e a anfitriã ficou decepcionada ao saber que ele jamais havia saído do Brasil. Pior ainda; não conhecia… 

Quando multiplicar o seu valor

Quando multiplicar o seu valor Para crescer e multiplicar, é fundamental plantar para colher, na terra árida ou irrigada, na travessia das estações, na convivência diária, quando se mostra o melhor momento para dizimar as… 

UMBUZEIRO: TERRA DE GRANDES RAMALHO LEITE

Para mim era desconhecida a informação de que a cidade de Umbuzeiro tem a mesma padroeira de Bananeiras – Nossa Senhora do Livramento. E ambas as paróquias devem o incentivo maior da edificação de suas… 

A mentira é melhor?

    A mentira é melhor?   Alguns leitores pensam que eu crio as histórias que conto. Ocorre que a realidade é tão maravilhosa que nenhuma mentira se lhe compara. Um exemplo simples são as… 

O Dia de Finados passou

O Dia de Finados passou     O Dia de Finados, 2 de novembro, passou e não volta mais. Mas, os finados não passaram, tampouco passarão. Quem morre se enclausura numa morada quanto ao tempo,…