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Blog do Vavá da Luz

DA SERIE : CONHEÇA A CAGEPA

  E com vocês, Mariano, veterano cagepeiro, PHD em RH, encarregado da região da Borborema, que nos orienta e atende com precisão e respeito dentro dos assuntos ligados à sua área. vavadaluz      

Agra pleiteia recursos de R$ 15,6 milhões

O prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, reuniu-se na tarde desta quarta-feira (5), em Brasília, com o ministro do Turismo, Gastão Vieira, para pleitear recursos de mais de R$ 15,6 milhões a serem investidos em… 

EITCHA PREFEITURINHA RICA, GRAÇAS A DEUS !!!

Os convênios do município de INGÁ/PB que receberam seu último repasse no período de 27/09/2011 a 03/10/2011 estão relacionados abaixo:   Número Convênio: 667711 > Objeto: SOCORRO, ASSISTENCIA E RESTABELECIMENTO ÁS VITIMAS DE DESASTRE NATURAL… 

TIÃO BOTOU, EU GOSTEI E INCAIQUEI ATRÁS DELE

A Greve e o Cadeado Meninos eu vi, não me contaram, esses dois olhos presenciaram tudo, bem direitinho. Em Patos, em Sousa e em Juazeirinho, por onde passei na manhã desta quarta-feira, as portas dos… 

Bancada do Governo derruba parecer da CCJ contrário a MP do Trauma por 19 votos contra 13 ; placar dá como certa aprovação da matéria na ALPB

Bancada do Governo derruba parecer da CCJ contrário a MP do Trauma por 19 votos contra 13 ; placar dá como certa aprovação da matéria na ALPB

Assim como esperado, a bancada do Governo conseguiu derrubar o parecer da CCJ, que rejeitou a Medida Provisória da Pactuação da Saúde na Paraíba.

A aprovação aconteceu com os votos dos deputados oposicionistas Toinho do Sopão (PTN) e Caio Roberto (PR). A unica abstenção registrada foi do deputado Trocoli Junior (PSD).  

Agora os deptuados iniciam a votação da matéria, que deve ser aprovada por maioria simples, ou seja, 19 votos.  

Votação da MP do Trauma será por maioria simples de 19 deputados, diz parecer juridico da ALPB

COMPENDIUM DE L’IMPÉRIALISME FRANÇAIS (Robert Bibeau)

Le petit Napoléon, un temps l’étoile montante du Directoire, dérangeait bien des troublions avides de mettre la main sur le pouvoir afin de s’assurer le partage des prébendes et des « royautés », des cachets et des loyautés parmi leur clan bourgeois – aristocratique (Eh oui ! Ils n’avaient pas tous été guillotinés contrairement à ce qu’on vous laisse penser). Le dit Napoléon fut donc invité à manifester son talent et sa cupidité « libératrice » contre les mamelouks (un peuple bâtard et inhumain, pensait le Directoire) implantés en Égypte, une pomme de discorde entre les deux puissances colonisatrices (France et Britannique).

 

Bien peu d’historiens français décrivent l’équipée carnassière napoléonienne pour ce qu’elle fut – un massacre colonialiste contre un peuple autochtone afin de distraire  un concurrent encombrant. L’historiographie française a toujours le talent de présenter les dictateurs étrangers comme des tyrans et les siens comme des libérateurs ou des pacificateurs.

 

Et ils récidivent les nationalistes chauvins, apologistes de la grandeur de l’empire français. Dernièrement, un tout petit Napoléon des balcons (Neuilly-sur-Seine) – pâle imitation du grand massacreur des peuples du XIX siècle – ils font avec ce qu’ils ont sous la main les malandrins – a cru bon de lancer une opération aéroportée contre le peuple d’à -côté (les libyens, à côté des mamelouks, aujourd’hui devenus égyptiens).