RIACHÃO DE BACAMARTE, MAIS UMA VEZ DE GIL TITO

No Riachão de Bacamarte, o amigo Gil Tito recebe pela segunda vez seu diploma de Prefeito daquela vizinha cidade, e digo mais, se pudesse ser novamente, seria Gil Tito o Triprefeito, e seria por tratar se de um homem simples , sério, trabalhador, honesto no sentido exato da palavra. Conheço o Gil Tito de há muito, por sermos conterrâneos e contemporâneos, desde jovem Gil Tito sempre foi uma pessoa séria sem deixar de ser participativa, herança essa que está deixando para os filhos que o ajudam com dedicação e afinco na sua administração. Comparo Gil ao também conterrâneo Luciano Agra onde políticos baseados no seu caráter e na sua honestidade, fizeram-no entrar para politica e em lá chagando, vira que não poderia mais sair pois a vontade, o clamor do povo, a voz das ruas o impulsionava a continuar lutando.




Está em marcha na Assembléia Legislativa da Paraíba um maquiavélico plano para cassar o mandato do governador Ricardo Coutinho e acabar com a sua carreira política, segundo denunciou hoje o ex-deputado Ricardo Barbosa, atual presidente da Suplan e chefe das obras do PAC no Estado. Conforme Barbosa , desde que Ricardo Coutinho assumiu o governo, reina na Assembléia um clima de inveja por causa da sua operosidade e isso levou alguns deputados de oposição a planejarem a sua morte politica.





Não é só a primeira dama do Estado, a jornalista Pâmela Bório, que aplaude de pé as medidas tidas como enérgicas adotadas pelo governador Ricardo Coutinho (PSB). Outro admirador incondicional e que assina em baixo em tudo o que o socialista faz é o jovem Rick Coutinho, filho mais velho do governador do Estado.
BRASÍLIA – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, pode decidir sozinho se manda imediatamente para prisão os condenados no julgamento. O pedido havia sido feito ainda no início da apreciação do processo, em agosto, pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Mas, na sessão desta segunda-feira, 17, o chefe do Ministério Público Federal recuou da intenção inicial de pedir ao plenário que decidisse a questão após a conclusão do julgamento e o caso deve ser apreciado por Joaquim Barbosa durante o recesso do Judiciário.