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Blog do Vavá da Luz

O que é possível comprar pelo aplicativo Rappi?

O que é possível comprar pelo aplicativo Rappi? Nunca foi tão fácil comprar produtos para a casa, itens para pet, fazer supermercado ou solicitar remédios. Por meio do aplicativo Rappi, você consegue pedir tudo para… 

NOTICIAS DO BRASIL E DO MUNDO – RESUMO

*JRMUNEWS, Ano 3, Nº 751* *Notícias do Brasil e do Mundo* *Terça-Feira, 9 de Março de 2021* 68º dia do ano Lua Minguante, 20% visível *Frase do Dia:* “Que nada nos defina. Que nada nos… 

O canto e a chuva (Thomas Bruno Oliveira )

O canto e a chuva   Peitica – (Cristiano Voitina) Não fui criado em sítio, embora desde tenra idade tenha convivido na casa de parentes na zona rural, sobretudo n’um território ancestral entre Puxinanã, Pocinhos… 

FELIZ DIA DAS MULHERES ! NOSSA HOMENAGEM

A dádiva de ser mulher Você tem o dom de gerar a vida. Sua natureza é protetora, caridosa e amorosa. Você é um ser de luz, que transparece a sua essência em seus atos. Você… 

NOTICIAS DO DIA – RESUMO

Notícias do Dia – Ano 5 n° 1569 Dia 7 de Março de 2021, Domingo Dia do Fuzileiro Naval Dia do Paleontólogo Dia Nacional da Advocacia Pública ⛅ Mín 21° Máx 31° (Goiânia-GO) 💵 Dólar… 

     Quando o medo é necessário (  Damião Ramos Cavalcanti )

                                                                     

      Quando o medo é necessário     A Vila, filme americano, de Night Shyamalan, rodado na Pensilvânia ( 2004), tem como enredo uma aldeia, cujos habitantes se trancam, por trás de uma floresta, e vivem numa comunidade, que se abastece de tudo, independentemente das cidades. Todos construíam a casa de cada um, da sapata ao telhado, e especialmente os pavilhões e construções de uso comum. Assim, permaneciam isolados de outros meios sociais e vilarejos mais distantes, sob a ameaça de não poder atravessar a floresta, onde, ora se escondia, ora aparecia uma violenta criatura, possivelmente de feições assombrosas, vestida com uma capa preta, forrada de vermelho, lembrando-me as histórias de lobisomem, da nossa infância, contadas à noite, antes de dormir, para que não nos afastássemos de casa. Fazer esse medo na Vila era a maneira de convencer aquela gente a não ultrapassar a floresta.

          Tudo maquinado e organizado, com força de costume, por uma espécie de pastor, que só via, na sociedade da cidade, o maligno: violento, infernal, pecaminoso e adulterador dos bons valores. Sua ideia era isolar seus “fiéis” do restante do mundo. Assim, ninguém ousaria enfrentar o tal monstro, que realmente rugia, à noite, levando as crianças para os porões, para baixo dos cobertores ou para os braços da mãe. Além de ser um assombroso mistério, jamais encarado, na realidade o aparecimento desse monstro esquartejava e comia coelhos, galinhas, ovelhas e cachorros, deixando rastros de agressividade e sinais de sangue. A felicidade da Vila se mantinha à tutela do medo…
          E a vida dessa Vila lembra os tristes atuais noticiários sobre o que estamos a sofrer, a saber o maior número de mortes, desde o início da pandemia. Aqui, entre nós, o que se vê não é um filme, mas uma nefasta realidade, que atinge todas as faixas etárias, sobejamente, muito além da capacidade hospitalar. Recomenda-se ser adepto da vacinação, mas enquanto ela não chega até você, não abandonar o uso de máscara, até, se possível, de duas máscaras ao mesmo tempo; o contínuo lavabo das mãos com álcool 70, isolamento ou distância de dois metros entre pessoas, desde que estejam mascaradas. No entanto, o quadro é terrível, morrem crianças, jovens, adultos e idosos, por causa do contágio, que se alastra pelo país… Alguns “religiosos” protestam contra medidas mais severas para as assembleias religiosas, para cultuar Deus? Para ter ocasião de se cobrar o dízimo. Alguns “educadores”, para educarem? Não, para terem oportunidade de cobrar a mensalidade… Enfim, não se percebe que assim se contradiz o valor maior que é a vida? Contra esse escárnio, manifestamos o apoio e a solidariedade aos Governantes que, sensatamente e com responsabilidade, agem com severidade pelo bem coletivo da nossa saúde.
          Apela-se para os clips que chegam a nos fazer medo: um parente ofegante, sem ar, ainda esperançoso, mas infelizmente falecendo. Contudo isso não tem sensibilizado os “insensíveis”. Nas ruas e nos logradouros públicos, indivíduos sem máscara, aglomerados em festas  de improviso ou programadas, escondidas ou ostensivas. Alarma-se, nacional e internacionalmente, que, desse modo, haverá no nosso país um futuro não benfazejo. Perdeu-se a pouca temeridade vivida em 2020; verifica-se que essa “gente sem máscara” e em festas zomba das nossas precauções e preocupações. Meu medo se duplica por aqueles que o perderam, nunca, nesse sentido, o medo é tão necessário. O medo, desde que não seja fobia, é “bom senso” em relação ao perigo real ou iminente, fator imprescindível à prudência e à prevenção de autodefesa, como também compensador ao medo já está perdido… “O medo de cair também é necessário para voar”. 
        

 

Damião Ramos Cavalcanti

UMA VISÃO DO PASSADO (Ramalho Leite)

UMA VISÃO DO PASSADO O político potiguar Joaquim Ignácio, já identificado no primeiro texto desta série, depois de se demorar na Capital da Parahyba tomou o trem e partiu para o interior do nosso estado.… 

NOTICIAS DO DIA – RESUMO

Notícias do Dia – Ano 5 n° 1568 Dia 6 de Março de 2021, Sábado Dia Internacional do Desempregado Dia Internacional do Optometrista Dia Mundial do Linfedema ⛅ Mín 22° Máx 31° (Macapá-AP) 💵 Dólar…