“Me sentia uma morta-viva” (Fernando Patriota)
Ana Karolina Queiroz, paraibana de 41 anos de idade, alerta que a violência psicológica mata tanto quanto à física, e o feminicídio psicológico é real. “Eu passei por isso durante 14 anos de casamento. Cheguei… “Me sentia uma morta-viva” (Fernando Patriota)




















