Recursos do FUNDEB para INGÁ, só perde para Pedras de Fogo na região

Recursos do FUNDEB para INGÁ, só perde para Pedras de Fogo na região

Portaria traz a reestimativa de receita do Fundeb…
A portaria – publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 30 de novembro – trouxe adequação nos repasses para 2017, em razão da retificação das matrículas do Censo Escolar de 2016. Também estabeleceu o novo valor mínimo nacional por aluno/ano – conforme previsto na Lei do Fundeb. Para o exercício de 2017, ficou definido R$ 2.926,56
Embora não altere significativamente a estimativa de receita do Fundo, a nova portaria modifica o valor aluno/ano e define novos valores a serem transferido para a complementação do Fundeb e a complementação ao piso. De acordo com a CNM, o impacto foi causado pelas retificações nas matrículas do Censo Escolar, que modificou o valor aluno/ano e promoveu uma redistribuição da complementação da União e da complementação ao piso nacional do magistério. A CNM explica ainda que a primeira adequação deste ano ocorreu, por meio desta portaria, devido à necessidade de revisão das receitas do Fundeb, provocada pelo comportamento da arrecadação neste exercício. 
Entenda.
De acordo com o anexo II da PI 8/2016, os repasses da complementação da União ao Fundeb já estavam previstos para serem realizados em parcelas mensais, de janeiro de 2017 a janeiro de 2018. Seriam duas transferências, em conjunto: os valores da complementação da União e da complementação ao piso. No entanto, durante este ano, o governo federal deixou de reter os 10% da complementação da União ao Fundeb, que poderiam ser utilizados para integralizar o pagamento do piso. Dessa forma, passou a transferir esse valor mensalmente, também distribuído pelo critério das matrículas nas redes de ensino de cada Ente federado.
Com base na normativa, houve alterações nas estimativas dos valores – maior ou menor – a serem repassadas a Estados e Municípios. Atualmente, noves Estados recebem complementação da União ao Fundeb. São eles: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí. Deles, em relação à Portaria de 2016, receberam menos recursos, já nesse repasse, Municípios de Pernambuco (-21,6%), da Paraíba (-20,6%), do Ceará (-13%), da Bahia (-8,5%) e do Piauí (-3,2%). 
Estimativa. 
Com base nas Portarias 8/2016 e 8/2017, que divulgam a última estimativa de receita do Fundeb para 2017, a CNM estima que o reajuste do piso salarial dos professores será de 6,82% para o próximo ano. O cálculo da entidade está baseado na taxa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC), acumulada de 1,83% nos últimos 12 meses, medida em outubro de 2017.
A entidade de representação municipalista adianta que, dificilmente, Municípios conseguirão arcar com o impacto desse reajuste. A entidade volta a defender a urgência de aprovação do texto original do Projeto de Lei (PL) 3.776/2008, do Executivo, para adoção do INPC como critério de atualização anual do valor do piso nacional do magistério público de educação básica, como solução definitiva para essa questão. Também reforça seu entendimento de que aumentos reais de salários devem ser negociados pelos governos dos entes federados subnacionais juntamente com os professores. CNM

clique aqui / Veja estimativa para todos municípios da PB

Comentários

  1. Por Maria Lina

    Responder

  2. Por Roberto Justino

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *