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No mesmo projeto, é indicado o folheto de cordel “Mari, Araçá e outras árvores do paraíso”, do poeta cordelista Fábio Mozart, como obra a ser utilizada como fonte de pesquisa nas escolas.
O vereador acredita que o uso da chamada literatura de cordel em atividades da disciplina História é um caminho para a construção do conhecimento a partir da cultura local. “O folheto de Mozart permite uma conexão entre o ensino e o cotidiano dos alunos”, afirmou. Para ele, com o cordel o aluno tem contato com a cultura popular nordestina, valorizando as raízes do folclore e conhecendo o passado de sua comunidade. “Sou filho de poeta repentista e sei o valor cultural e educacional dessa arte”, complementou Gugu.
Nos últimos anos, a literatura de cordel tornou-se uma ferramenta de incentivo à leitura e um importante caminho para a aprendizagem, mostrando-se viva e ativa. A valorização dessa literatura veio aproximar os alunos às letras, e o uso da literatura de cordel na sala de aula passou a ser uma ferramenta cada vez mais necessária e acessível em função do seu preço baixo e de sua qualidade literária, que chama a atenção por mostrar enredos interessantes, divertidos e educativos.
O folheto “Mari, Araçá e outras árvores do paraíso” pode ser lido na internet pelo site:
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