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A HUMILDADE E FÉ DESTE GRANDE HOMEM JOSÉ ALENCAR (leia tudo)

> QUE LIÇÃO DE VIDA!!!!
>
> Nem sei qual é a religião que ele professa, mas, trata-se de um espírito bem evoluído!
> É admirável!
> Sábias palavras….. Impossível ficar indiferente ao que
> este homem diz.
> HUMILDADE
> DO
> VICE-PRESIDENTE
> JOSÉ ALENCAR
>
> LINDA LIÇÃO DE VIDA
>
> ESTE HOMEM, A CADA DIA DÁ NOS UMA NOVA LIÇÃO!
>
> “A humildade não está na pobreza,
> não está na indigência,
> na penúria, na necessidade,
> na nudez e nem na fome”.
> Na semana passada, o vice-presidente da República, José Alencar, de 77 anos deu início a mais uma batalha contra o câncer.
> É o 11º tratamento ao qual se submete.
>
> *DESDE QUANDO O SENHOR SABE QUE, DO PONTO DE VISTA MéDICO, sua doença é incurável?
>
> JA – Os médicos chegaram a essa conclusão há uns dois anos e logo me contaram.
> E não poderia ser diferente,
> pois sempre pedi para estar plenamente informado.
> A informação me tranquiliza.
> Ela me dá armas para lutar.
> Sinto a obrigação de ser absolutamente transparente quando me refiro à doença em público.
> Ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas com o câncer do vice-presidente, sim.
> Um homem público com cargo eletivo não se pertence.
>
> *O SENHOR COSTUMA USAR O FUTEBOL COMO METáFORA para explicar a sua luta contra a doença.
> Certa vez, disse que estava ganhando de 1 a 0.
> De outra, que estava empatado.
> E, agora, qual é o placar?
>
> JA – Olha, depois de todas as cirurgias pelas quais passei nos últimos anos, agora me sinto debilitado para viver o momento mais prazeroso de uma partida:
> vibrar quando faço um gol.
> Não tenho mais forças para subir no alambrado e festejar.
>
> *COMO A DOENçA ALTEROU A SUA ROTINA?
>
> JA – Mineiro costuma avaliar uma determinada situação dizendo que “o trem está bom ou ruim”.
> O trem está ficando feio para o meu lado.
> Minha vida começou a mudar nos últimos meses.
> Ando cansado.
> O tratamento que eu fiz nos Estados Unidos me deu essa canseira.
> Ando um pouco e já me canso.
> Outro fato que mudou drasticamente minha rotina foi a colostomia (desvio do intestino para uma saída aberta na lateral da barriga, onde são colocadas bolsas plásticas), herança da última cirurgia, em julho.
> Faço o máximo de esforço para trabalhar normalmente.
> O trabalho me dá a sensação de cumprir com meu dever.
> Mas, às vezes, preciso de ajuda.
> Tenho a minha mulher, Mariza e a Jaciara (enfermeira da Presidência da República) para me auxiliarem com a colostomia.
> Quando, por algum motivo, elas não podem me acompanhar, recorro a outros dois enfermeiros, o Márcio e o Dirceu.
> Sou atendido por eles no próprio gabinete.
> Se estou em uma reunião, por exemplo, digo que vou ao banheiro, chamo um deles e o que tem de ser feito é feito e pronto.
> Sem drama nenhum.
>
> *O SENHOR NãO PASSA POR MOMENTOS DE ANGúSTIA?
>
> JA – Você deveria me perguntar se eu sei o que é angústia.
> Eu lhe responderia o seguinte:
> desconheço esse sentimento.
> Nunca tive isso.
> Desde pequeno sou assim, e não é a doença que vai mudar isso.
>
> *O AGRAVAMENTO DA DOENçA LHE TROUXE ALGUM TIPO DE REFLEXãO?
>
> JA – A doença me ensinou a ser mais humilde.
> Especialmente, depois da colostomia.
> A todo momento, peço a Deus para me conceder a graça da humildade.
> E Ele tem sido generoso comigo.
> Eu precisava disso em minha vida.
> Sempre fui um atrevido.
> Se não o fosse, não teria construído o que construí e não teria entrado na política.
>
> *É PENOSO PARA O SENHOR PRATICAR A HUMILDADE?
>
> JA – Não, porque a humildade se desenvolve naturalmente no sofrimento.
> Sou obrigado a me adaptar a uma realidade em que dependo de outras pessoas para executar tarefas básicas.
> Pouco adianta eu ficar nervoso com determinadas limitações.
> Uma das lições da humildade foi perceber que existem pessoas muito mais elevadas do que eu, como os profissionais de saúde que cuidam de mim.
> Isso vale tanto para os médicos Paulo Hoff, Roberto Kalil, Raul Cutait e Miguel Srougi quanto para os enfermeiros e auxiliares de enfermagem anônimos que me assistem.
> Cheguei à conclusão de que o que eu faço profissionalmente tem menos importância do que o que eles fazem.
> Isso porque meu trabalho quase não tem efeito direto sobre o próximo.
> Pensando bem, o sofrimento é enriquecedor.
>
> *ESSA SUA CONSIDERAçãO NãO SERIA UMA FORMA de se preparar para a morte?
>
> JA – Provavelmente, sim.
> Quando eu era menino, tinha uma professora que repetia a seguinte oração:
> “Livrai-nos da morte repentina”.
> O que significa isso?
> Significa que a morte consciente é melhor do que a repentina.
> Ela nos dá a oportunidade de refletir.
>
> *O SENHOR TEM MEDO DA MORTE?
>
> JA – Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos.
> A morte para mim hoje seria um prêmio.
> Tornei-me uma pessoa muito melhor.
> Isso não significa que tenha desistido de lutar pela vida.
> A luta é um princípio cristão, inclusive.
> Vivo dia após dia de forma plena.
> Até porque nem o melhor médico do mundo
> é capaz de prever o dia da morte de seu paciente.
> Isso cabe a Deus, exclusivamente.
>
> *SE RECEBESSE A NOTíCIA DE QUE FOI CURADO, O QUE FARIA PRIMEIRO?
>
> JA – Abraçaria minha esposa, Mariza e diria:
> “Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim”.
>
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