Lula lá e Lulinha na Polícia Federal
A CPMI do INSS aprovou a quebra dos sigilos bancários, fiscal e do telefone de Fábio Luis da Silva, o Lulinha. Coisa que fez antes o ministro André Mendonça, do Supremo, a pedido da Polícia Federal.
Lulinha é suspeito de ser sócio oculto e de receber mesada de R$ 300 mil de Antônio Carlos Antunes, o Careca do INSS, protagonista do cabeludo escândalo.
O filho de Lula ganhou fama de rapaz prodígio. Saltou de monitor de zoológico para negócios milionários no ramo de tecnologia. Por coincidência, nos anos 2.000, depois que o pai virou presidente do Brasil. E desde essa época a empresa de Lulinha foi investigada por contratos de R$ 100 milhões com a OI.
Agora, ele volta à cena do crime, como diria Geraldo Alkmin. Em pleno ano da reeleição, Lulinha bota Lula para dentro do escândalo do roubo bilionário das fraudes contra aposentados e pensionistas.
E vai confirmando o que já está virando tradição na República; os filhos dos nossos últimos presidentes têm dado muito trabalho aos pais.