Diante disso, urge a necessidade de enfrentamento organizado da mídia progressista e da militância democrática.

Quando Lula fala em “guerra eleitoral”, ele descreve a realidade. A extrema direita já está em campo, jogando de forma desleal, operando fora das regras e apostando no caos informacional como estratégia.
Sem projeto de país e sem propostas concretas, resta à extrema direita o ataque permanente. Fake news, desinformação em escala industrial e linchamentos públicos viraram método político. O roteiro é conhecido e só funciona quando não encontra resistência firme e contínua.
A resposta precisa ocupar todos os espaços. É fundamental enfrentar essa máquina de mentiras nas ruas, nas redes sociais, nos meios de comunicação e nas conversas do dia a dia.
Desconstruir a desinformação, expor as fake news e disputar narrativas é tarefa central de quem defende a democracia. Não basta apenas desmentir, é preciso informar, contextualizar e apresentar horizonte.
Nesse cenário, surge a tentativa de maquiagem política. Flávio Bolsonaro tenta se vender como moderado, flertando com pautas supostamente progressistas para fisgar indecisos. É marketing eleitoral, não mudança de projeto, e cabe à imprensa e à militância revelar essa farsa.
Não se trata de ódio, mas de responsabilidade histórica. Se o ataque é permanente, a resposta precisa ser diária. As trincheiras estão postas e a vitória passa pela informação, pela mobilização e pela unidade democrática.