Veja – O gelo voltou à política internacional. Com Donald Trump no centro da capa, a revista aponta para a retomada de uma lógica de confronto global. A imagem simboliza alianças frágeis, riscos crescentes e o enfraquecimento da cooperação internacional. O mundo parece caminhar para um ambiente mais hostil, com impactos diretos sobre economia, diplomacia e segurança.

Oeste – A revolta como narrativa. A revista aposta no choque ao retratar a corrupção como eixo central da crise brasileira. Brasília ao fundo reforça a ideia de um sistema contaminado, em que Executivo, Legislativo e Judiciário falham em responder às expectativas da sociedade. O tom é de indignação permanente, espelhando um país cansado, polarizado e em constante confronto.
Crusoé – O isolamento no topo. A revista destaca a figura de Dias Toffoli em um momento de forte desgaste institucional. A imagem sugere pressão, solidão e perda de prestígio, refletindo um Judiciário cada vez mais exposto ao escrutínio público. O clima é de tensão entre os Poderes e de desconfiança crescente sobre os limites e responsabilidades das instituições.

IstoÉ – O mundo fora de controle. A revista amplia o foco para o cenário internacional e aponta uma ruptura no equilíbrio global. Manifestações, nacionalismos e disputas geopolíticas indicam um planeta em ebulição, com alianças tradicionais sendo testadas e novas tensões emergindo. O Brasil surge como observador atento, mas inevitavelmente impactado por esse novo desenho do poder mundial.

CartaCapital – O poder sob investigação. A capa centraliza o banqueiro no epicentro das relações entre dinheiro e política, apontando para os bastidores do poder em Brasília e na Faria Lima. A revista propõe uma leitura dura sobre como interesses econômicos tentam capturar instituições, influenciar decisões e moldar investigações. O clima é de alerta: a democracia é pressionada por forças que operam longe dos holofotes, mas com enorme capacidade de impacto.

Veja Rio – O Brasil em modo pausa. A capa leve contrasta com o peso político das demais publicações. O Rio aparece como vitrine do turismo e símbolo de um país que, apesar das crises, busca seguir em frente. A presença maciça de estrangeiros reforça a ideia de um Brasil que alterna entre instabilidade econômica e vocação para o lazer, misturando problemas estruturais com escapismo.

Liberta – A direita em crise de identidade. Com uma imagem alegórica e provocativa, a revista questiona os rumos da direita brasileira. A criatura instável simboliza um campo político fragmentado, confuso e à procura de direção. A capa sugere que o conservadorismo nacional enfrenta dificuldades para se reorganizar, dialogar com a sociedade e apresentar um projeto coerente para o país.

Veja São Paulo – O país em camadas. A revista aposta numa leitura urbana e simbólica do Brasil a partir da capital paulista. A cartografia colorida da cidade revela um país fragmentado, diverso e desigual, onde cada bairro carrega uma identidade própria e conflitos que se refletem no cenário nacional. A capa sugere um Brasil complexo, feito de sobreposições culturais, tensões sociais e disputas de espaço, em que compreender o todo exige olhar atentamente para os detalhes.

