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Blog do Vavá da Luz

joão vai acionar Ricardo na justiça (Cristiano Machado)

 

O ex-governador Ricardo Coutinho era acostumado a contestar seus críticos através de ações judiciais, invocando o artigo do CP que tipifica os crimes de ‘calúnia, difamação e injúria’.

Pois bem, o seu aliado de ontem, opositor de hoje, o também ex-governador João Azevedo prometeu acioná-lo na justiça para que prove as acusações deferidas contra ele em entrevista a um podcast local.

Preso e acusado de formação de quadrilha e desvio de dinheiro público quando foi deflagrada a Operação Calvário, Ricardo disse que houve uma trama e um acordo firmado por João e o Ministério Púbico em Brasília para incriminá-lo nessa Operação.

Azevedo reagiu, prometeu o troco nos moldes que RC costumava fazer com seus opositores.

CONSEGUIU

Não é de hoje que o ex-governador Ricardo Coutinho tem criado estórias para gerar polêmica.

Sempre que é chamado para entrevistas, ele escolhe um alvo em evidência para destilar seu veneno.

Como todo petista que defende o governo dos escândalos, RC tem como preferido na sua alça de mira o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas ultimamente ele resolveu girar sua metralhadora para Cícero Lucena, Lucas e até para o seu próprio partido no afã de conquistar revides.

Como todos ficaram mudos, ele mirou João Azevedo com uma acusação pesada que vai lhe render um processo criminal.  Se era isso que ele estava buscando, conseguiu! 

CABEDELO, A VERGONHA

E cabedelo voltou às páginas policiais na mídia nacional. Políticos, traficantes, chefes de facções trabalhando lado a lado, de mãos dadas, na ‘administração’ da cidade.

Enquanto isso, o povo esmagado por altos impostos, comerciantes sufocados e amedrontados, população desprotegida e vivendo sob ordem do crime organizado. Essa é uma realidade que não pode mais perdurar.

A eleição suplementar de domingo último foi uma demonstração da ação criminosa de uma verdadeira quadrilha que se entranhou no poder, pelo alto percentual de abstenção apresentado no pleito.

Só isso bastava já era o suficiente para o MPE acatar uma ação de investigação para detectar o que motivou essa ‘evasão eleitoral’.

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