Versatilidade e estilo são palavras-chave para estes subcompactos urbanos

Veja os 5 menores carros já vendidos no Brasil

    Versatilidade e estilo são palavras-chave para estes subcompactos urbanos

    Quais são os melhores atributos de ter um entre os menores carros já vendidos no Brasil? O primeiro que podemos destacar é a versatilidade inigualável de conseguir estacionar em absolutamente qualquer espaço, algo que os proprietários de SUV dificilmente conseguiriam fazer nas ruas de uma cidade apertada como São Paulo. Outro tópico é a economia de combustível, tornando-os perfeitos para quem precisa de um carro apenas para ir ao trabalho e fazer as tarefas diárias.

    Existe um lado negativo. É muito difícil, por exemplo, imaginar que uma família consiga viajar com conforto em um veículo muito pequeno. Mas eles continuam mantendo seu valor e charme. Em clima de nostalgia, a reportagem do iG enumera os cinco menores carros já vendidos no mercado brasileiro. Acompanhe a lista!

    1 – Romi-Isetta

    Romi-Isetta foi o primeiro carro fabricado no Brasil, e também um dos menores carros

    Divulgação

    Romi-Isetta foi o primeiro carro fabricado no Brasil, e também um dos menores carros

    Talvez você não se lembre, mas o Romi-Isetta foi o primeiro carro produzido no Brasil. Feito na cidade de Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo, ele pode ser classificado até hoje como um dos modelos mais curiosos de nossa indústria. Com apenas 2,2 metros de comprimento, o carismático modelo nem chega a ser descrito como subcompacto. Está mais para um microcarro.

    Em 1956, as Indústrias Romi obtiveram os direitos para a produção do pequeno Isetta que já era vendido na europa pela BMW. A marca bávara não vinha bem das pernas, passando por várias dificuldades entre as décadas de 50 e 60. O primeiro modelo era vendido apenas com motor dois tempos que, pouco antes de seu fim, se tornou uma unidade de quatro tempos, também de engenharia alemã. Sua produção foi encerrada apenas em 1961, quando modelos mais espaçosos (como o VW Fusca) já dominavam o mercado.

    2 – Smart ForTwo

    Smart ForTwo fez um grande sucesso, sendo um dos menores carros da Europa
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    Smart ForTwo fez um grande sucesso, sendo um dos menores carros da Europa

    O Grupo Daimler não poderia ser mais específico no nome do pequeno Smart. O ForTwo, ou “para dois”, se tornou um grande sucesso mundial de vendas. Mesmo nas grandes cidades brasileiras, encontrar uma unidade do modelo nas ruas não é uma tarefa difícil. Foram mais de 1,7 milhões de unidades vendidas até 2015, rendendo até uma participação no jogo GTA V (2013).

    Ele surgiu em 1998 como uma opção de subcompacto para as ruas europeias. Esbanjando muita personalidade, logo conquistou os corações de quem buscava um modelo simples e econômico para ir ao trabalho. Julgando os 2,7 metros e número de ocupantes, os 220 litros de porta-malas parecem até razoáveis para o ForTwo. Algumas cidades da Europa permitem que o Smart seja estacionado de forma paralela nas ruas. Em outras palavras, ao invés de estacioná-lo com uma baliza, o motorista precisaria apenas endireitar sua frente no sentido da calçada.

    3 – Mercedes-Benz Classe A

    Mercedes-Benz Classe A entra para a lista dos menores carros pela proposta compacta e econômica
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    Mercedes-Benz Classe A entra para a lista dos menores carros pela proposta compacta e econômica

    Apelidado carinhosamente de Baby-Benz, o Classe A foi a primeira aposta da marca alemã na categoria dos hatches compactos, algo que futuramente viria a ser repetido pela Audi com o pequeno A1. Ele ganhou os corações do público quando foi apresentado no Salão de Genebra de 1997, chegando ao Brasil dois anos depois com o slogan “você de Mercedes”.

    De fato, era muito mais barato que qualquer outro modelo da Mercedes. Dessa vez, a classe média poderia levar um carro premium pelo preço de um hatch médio. No Brasil, foi vendido em duas versões, Elegance Classic. O modelo Avantgarde ficou restrito à Europa. Inicialmente, o motor era 1.6 com 99 cv de potência. Em 2003, preservaram a litragem, mas a potência subiu para 102 cv. Apesar de charmoso, muitas pessoas torceram o nariz para os seus 3,57 metros. Era menor que o Ford Ka de primeira geração.

    4 – Ford Ka

    O Ford Ka dividiu opiniões entre os menores carros, mas teve seu sucesso
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    O Ford Ka dividiu opiniões entre os menores carros, mas teve seu sucesso

    Ka foi lançado no Brasil enquanto o Classe A ainda era atração no Salão de Genebra. Tal como o compacto da Mercedes-Benz, também gerou alvoroço por conta do design expressionista que dividiu muitas opiniões. Era uma opção ainda menor que o Fiesta, que já mostrava seus traços de consagração entre os compactos brasileiros.

    As primeiras versões foram lançadas com motor 1.3 que durou pouquíssimo tempo no mercado. Não demorou até que a Ford colocasse em linha a versão 1.0, com 75 cv, descontinuando o modelo 1.3. Com 3,62 metros de comprimento, a Ford dizia que o Ka era capaz de levar quatro ocupantes. Estes iriam muito apertados no banco traseiro, tendo que abaixar bastante para ter acesso ao carro que tinha apenas duas portas.

    5 – Fiat 500

    Fiat 500 entra para a lista dos menores carros na versão Abarth, a mais legal já vendida no Brasil
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    Fiat 500 entra para a lista dos menores carros na versão Abarth, a mais legal já vendida no Brasil

    Sem sombra de dúvidas, o Fiat 500 é um dos carros mais carismáticos que se pode comprar no Brasil. Trata-se de uma releitura do clássico italiano Cinquecento, que encantou as ruas da charmosa Turin. A intenção da Fiat era disponibilizar um subcompacto um pouco mais descolado e luxuoso que o Punto, porém, pelo mesmo preço do hatch. Deu certo, e o Fiat 500 pode ser descrito como um dos grandes sucessos recentes da marca italiana no mundo.

    As primeiras unidades que chegaram ao Brasil vieram da Polônia. Em seguida, o 500 passou a ser importado do México, de onde continua saindo até os dias de hoje. Com apenas uma versão no mercado brasileiro, o subcompacto que é um dos menores carros do Brasil já teve seu prestígio. Além do modelo Cabrio, que era o mais próximo de um conversível que se poderia comprar com menos de R$ 200 mil, tivemos também a versão Abarth com motor turbinado. Sem sombra de dúvidas, um dos esportivos mais legais de sua época, aproveitando os estreitos 3,53 metros para garantir um bom centro de gravidade. Longe do Brasil, o compacto também teve uma versão ainda mais esportiva que a Abarth, a chamada Competizione.

    Fonte: Carros – iG /VAVADALUZ