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Blog do Vavá da Luz

Paraíba gera saldo positivo de 3.895 postos com carteira assinada pelo sétimo mês seguido, revela Caged

Paraíba gera saldo positivo de 3.895 postos com carteira assinada pelo sétimo mês seguido, revela Caged

Ageração de emprego na Paraíba segue em alta com o sétimo mês consecutivo no ano. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, mostram que a Paraíba gerou um saldo de 3.895 postos formais em setembro, resultado de 23.595 admissões contra 19.700 desligamentos. 

Todos os cinco setores tiveram saldo positivo em setembro na Paraíba. O setor de serviços liderou o saldo de 1.876 postos. Em seguida, vieram os setores do comércio (735), indústria (586) e construção (501) e, por último, ficou o setor agropecuário (197). 

Com sete dos nove meses com saldo positivo no ano, a Paraíba acumula de janeiro a setembro um saldo de 21.755 postos, resultado da admissão de 214.447 trabalhadores e 192.692 desligamentos.    

Com o saldo de 3.895 de setembro, o número de empregos do estoque da Paraíba chegou a 570.928 vínculos ativos formais, alta de 3,96% no ano. O estoque de empregos é a soma total de trabalhadores que estão ativos (empregados) com carteira assinada no Estado dos cinco setores privados atualmente (serviços, comércio, indústria, agropecuária e construção), sem incluir a administração pública.

GERAÇÃO DE EMPREGO –   Para o secretário de Estado da Fazenda (Sefaz-PB), Marialvo Laureano, os dados da geração de emprego com carteira assinada da Paraíba ao longo de 2026, que se mostram consistentes mês após mês e ano após ano, têm sido impulsionados por um conjunto de fatores econômicos, fiscais e estruturais do Estado, que tem dinamizado o mercado de trabalho local, mesmo com o cenário macroeconômico desafiador dos juros. 

“A consistência na geração de empregos formais e a gestão fiscal equilibrada do Estado estão diretamente interligadas com os índices recordes de saldos de empregos nos últimos anos e a menor taxa de desocupação do Estado da série histórica. Fatores como a manutenção de contas equilibradas e o controle rigoroso das contas públicas vêm garantindo ao Estado capacidade de investimento com receita própria para realizar obras estruturantes (como rodovias, pontes, arcos, adutoras, equipamentos de saúde, educação e infraestrutura urbana), além de transmitir segurança jurídica e previsibilidade para empresas e investidores. Esses investimentos públicos funcionam como indutores diretos da atividade econômica e da construção civil, mas isso não seria possível sem a parceria imprescindível da iniciativa privada, que é o principal motor na geração de emprego, investimentos e dinamismo no mercado de trabalho. Com as contas em ordem, o governo consegue conceder incentivos e destravar projetos que estimulam setores estratégicos”, resumiu.

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