
Quando a ganância se sobrepõe à honra, o ser humano passa a ser um pária social onde só encontra abrigo junto aos seus iguais.
Hoje em dia o Brasil está vivendo momentos tristes e repleto de exemplos danosos por conta dos escândalos que se afloram e envolvem pessoas que deveriam se conduzir dentro dos preceitos da honestidade e da retidão de caráter.
Chegou a hora de se dar um freio nas bandalheiras com o dinheiro do contribuinte. Basta de tanta ousadia e de indecência despudorada por parte de quem não deveria se prostituir e causar nojo e injoio naqueles que ainda desejam uma pátria livre, próspera e para todos.
Os exemplos de desonestidade se afloram feito ervas daninhas na cerne social. Só que a grande maioria desses exemplos, hoje em dia, surgem na seara de quem deveria se conduzir com denodo, respeito ao patrimônio público e honradez de caráter.
De onde menos se espera, a fedentina contamina a sociedade e, mais ainda, as instituições que se desencarrilham dos preceitos constitucionais e, com garras famintas, denigram e corrói o tecido social de um povo aguerrido que deseja uma nação próspera e para todos.
Estamos vivendo momentos difíceis e se não houver uma reviravolta em prol de costumes, atos e ações decentes a vítima maior será a próxima geração. Esta próxima geração, constituída por nossos filhos e netos, pagará pelos nossos erros, pelas nossas indiferenças e escolhas.
Voltando ao parágrafo inicial observamos, com a exceção devida, que está faltando honra e coragem em boa parte dos nossos representantes. Falta honra naqueles que se locupletam das facilidades gananciosas e coragem naqueles que poderíam combate-las com mais ousadia.
Finalmente ainda existe um pouco de esperança. Estamos vivendo num ano eleitoral. As urnas estão bem ali e cabe a cada um de nós saber escolher aquele ou aquela que mereça o nosso voto.
Para que se faça uma boa escolha basta saber destinguir o honrado do ganancioso.
Em síntese: deixar de fora o corrupto!