PELA ORDEM NA PEDRA DO INGÁ
Sem um movimento ordeiro
Naquela visitação,
Sem placas orientando
Aquela população,
Sem seguir regulamento
Qualquer espaço ao relento
Aviva a depravação.
Chama a turma da maconha
Da putaria e cachaça,
Do habitante que vive
Cheirando cola na praça,
Porque ser ter restrição
Esse imoral cidadão
Vai sabendo que é de graça.
Com uma taxa, restringe.
É outra formalidade,
Só quem gosta de cultura
Visita a localidade,
E assim as itacoatiaras
Misterisosas, tão raras
Dão mais visão a cidade.
Por isso deixo meu verso
De repúdio e rejeição,
Ao Ministério público que
Fez essa liberação.
É triste ver um ofício
De muito tempo, sacrifício
Virar borralho no chão.
Rena Bezerra