
O consumo de ovos de galinha no Brasil deve crescer em 2026 e atingir uma média de 307 unidades por pessoa, segundo estudo do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste, do Banco do Nordeste. O aumento representa alta de 6,6% em relação a 2025.
O crescimento é atribuído principalmente à busca por uma fonte de proteína mais acessível e com alto valor nutricional, o que tem impulsionado a presença do alimento na mesa dos brasileiros. O estudo aponta ainda que o mercado interno segue como principal destino da produção nacional.
Em 2025, o país produziu cerca de 59,44 bilhões de ovos, com praticamente toda a produção absorvida pelo consumo interno. O cenário indica equilíbrio entre oferta e demanda, com forte participação da avicultura de postura.
No Nordeste, a produção chegou a 10,83 bilhões de unidades em 2025, o equivalente a cerca de 18% da produção nacional. O crescimento regional tem impacto direto na geração de renda, empregos e investimentos, com destaque para estados como Pernambuco, Ceará e Bahia.
Segundo o levantamento, a expansão do setor também é sustentada pela modernização das granjas, melhoria no fornecimento de insumos e aumento das exportações, que registraram alta expressiva no primeiro quadrimestre de 2026.
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