Caso Vorcaro pega de A a Z e mostra que corrupção no Brasil não tem ideologia
Por Heron Cid
A nova fase da operação da Polícia, que teve como alvo Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, escancara uma verdade: as relações de Daniel Vorcaro eram ecléticas e sem nenhum viés ideológico.
Para abrir portas para seus negócios, o chefão do Master tanto negociava com gente da direita, como o senador Flávio Bolsonaro, do centrão, como Ciro Nogueira, e do PT, a exemplo de Jaques Wagner.
Mostra também que a corrupção no Brasil não tem lado e nem ideologia. Tem corrupto. Do centrão, da direita e da esquerda.
Atolados na mesma lama desse caso, são os sujos falando dos mal lavados. Nessa falsa polarização, só sobrou para os envolvidos tentar se diferenciar na retórica no que a prática os tornam iguais.
Uns se dizendo melhores por defenderam Deus, pátria e família. E os outros se sentindo superiores por se dizerem defender minorias e justiça social.
E quem quiser que escolha seu corrupto de estimação…